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Quantos gramas de proteína tem 100 gramas de Frango?

Nota: Este artigo foi actualizado e melhorado, tendo em vista a sua importância, como justificamos ao longo do mesmo.

O Frango é considerado uma carne branca, com poucas gorduras e por isso
traz uma série de vantagens para a saúde humana, se for de qualidade.
Porém, existe um mito que é transversal a muita gente. De um modo geral, as
pessoas acreditam que quando comem um pedaço de frango, por exemplo
com 100 gramas, estão a comer 100 gramas de proteína o que está muito
longe de ser verdade. O Frango, como qualquer alimento de origem animal não
tem só proteínas, tem também outros componentes.
Relativamente ao macro-nutriente em causa, 100 gramas de Frango tem
aproximadamente 22 gramas de proteínas.
Na Fiquemforma ensinamos os nossos clientes a organizarem a sua
alimentação e temos a preocupação constante de lhes darmos ferramentas
para que possam compreender estas questões e aplicá-las no dia a dia. Os
planos alimentares e a informação nutricional que fornecemos aos nossos
clientes são determinantes para a sua tomada de consciência das suas
necessidades energécticas e isso permite também que atinjam resultados
naturalmente e de uma maneira saudável.
Acreditamos que as pessoas só se alimentam bem quando têm noções e
conhecimentos que lhes permitam organizar a sua alimentação em
conformidade com as suas necessidades energécticas.
Vivemos num tempo onde tem de ser tudo rápido, fácil e sem esforço. Muitas
pessoas convencem-se de que se fizerem uma dieta vão ficar em forma e com
mais saúde. Esta é a premissa, dão um apelido à alimentação que fazem
“dieta” e desenvolvem uma crença que lhes faz acreditar que vão ficar em
forma se passarem a ter uma dieta restritiva.

Falências das Dietas restritivas:

1 – Ausência de noções básicas em Fisiologia do exercício;
2 – Impulsos inadiáveis por doces;
3 – A qualidade do sono;
4 – Falta de exercício físico;
5 – Hidratação insuficiente.

Ausência de noções básicas em Fisiologia do exercício.

É a ausência total de noções básicas de Fisiologia de treino que conduz a um
desnorte total na forma como as pessoas sedentárias olham para uma
alteração do estilo de vida. Num programa de redução de peso, conceitos
como a duração da sessão de treino, a regularidade das sessões de treino e a
intensidade a que a pessoa treina são fundamentais para que seja possível
mensurar a frequência cardíaca de treino (FC) e os minutos semanais a que o
individuo está sujeito a essa alteração da FC de treino. Sem a regularidade e
intensidade necessárias não será possível atingir resultados.
Impulsos inadiáveis por doces
Pela nossa experiência sempre que perguntamos a alguém que faz ou já fez
dietas restritivas, se é habitual o deslize para os doces, a resposta é quase
sempre afirmativa. Os picos de glicémia abrem o apetite e de facto muitas vezes, quase sempre, as dietas restritivas levam a uma diminuição da massa
muscular, também por essa razão.

A qualidade do sono.

A qualidade do sono é melhor quando o individuo se alimenta de acordo com
as suas necessidades e matem o nível de glicémia constante. É durante o sono
que o nosso organismo faz a reconstrução dos tecidos. É também durante o
sono que ocorrem os processos metabólicos que conduzem a um aumento de
massa muscular, quando treinamos e comemos para esse objectivo.

Hidratação Insuficiente.

A hidratação insuficiente afecta directamente a nossa massa muscular. Quando falta água no nosso organismo é sempre o tecido muscular que sofre. Quando o organismo humano se sujeita a desidratações sucessivas a massa muscular
diminui e consequentemente a percentagem de gordura aumenta. Quando isto acontece o metabolismo desacelera e a tendência para acumular gordura
aumenta. Esta é a tendência do organismo de pessoas sedentárias, ao longo
da vida. Por mais ficções e ilusões que se criem não podemos enganar o nosso
organismo.